"Fones de Ouvido: O Vilão Secreto do Seu Cérebro?"
Você já parou pra pensar que seus fones de ouvido com cancelamento de ruído, que parecem ser a oitava maravilha do mundo, podem estar dando uma de vilão nas histórias de detetive do seu cérebro? Pois é, meus amigos! A moda de bloquear tudo ao redor pode estar trazendo algumas histórias de arrepiar que nem filme de terror.
Pesquisadores lá da Rainha, ou melhor, do Reino Unido, andaram fazendo as contas e descobriram que a vida de quem usa esses fones de maneira excessiva pode não ser tão charmosa assim. Tem gente que está ganhando até diagnóstico de distúrbio de processamento auditivo (APD). Sim, você leu certo! O ouvido tá tinindo, mas o cérebro fica igual gato em dia de faxina: não sabe por onde começar!
Um exemplo disso é a Sophie, uma moça de 25 anos que, no auge da sua vida, se mudou para Londres e começou a ter dificuldades de ouvir. Imagina! Frequentar aulas e tudo que sai da boca do professor é um puro blá blá blá. Ela se sentia mais perdida que cachorro em dia de mudança. E sabe o que ela teve coragem de confessar? Que preferia assistir às aulas online, porque com as legendas, pelo menos tinha uma âncora pra segurar o barco!
Sophie, nossa protagonista dessas aventuras auditivas, estava usando fones por até cinco horas por dia! Aí, meu amigo, não tem cérebro que aguente. Segundo a doutora Claire Benton, a única coisa que isso faz é criar um mundo fantasioso, onde a gente só ouve o que quer e esquece de filtrar o que é barulho de verdade. Olha que preocupação! As habilidades auditivas do cérebro são igual treinando um músculo: têm um tempo pra se desenvolver, e ficar negando o ouvido do que tá rolando ao redor não ajuda em nada.
E se você acha que isso é só coisa de quem já tem histórico de problemas, mais uma vez, segura seu chapéu! Novas gerações estão sendo diagnosticadas, e isso levanta uma baita interrogação sobre o uso dos fones de cancelamento.
A Dra. Angela Alexander, que é fonoaudióloga, chegou a dar um toque nos pais e professores, que acham que tapar o som com fones ou tampões é a solução mágica. Mas e o futuro? Não tá na hora de começar a repensar isso, galera?
Enquanto os cientistas não tomam uma atitude e fazem mais pesquisas, talvez seja melhor dar uma maneirada no uso desses fones badalados, ainda mais quando se trata de crianças. Vai que a próxima geração não quer mais saber do que tá rolando na rua? Melhor ficar esperto!